IA prática para finanças — liderada por quem implementa, não por quem assiste.
O Finance AI Lab é um hub brasileiro de IA aplicada a Finanças Corporativas. A gente transforma profissionais financeiros — do operacional à liderança — em multiplicadores de valor, via automação inteligente e workflows com IA. Conteúdo gratuito de um lado; ferramentas e manuais do outro. Tudo testado no Brasil real.
Por que existimos
Falta de gente boa não é o problema. O problema é que o conhecimento de IA aplicada a finanças no Brasil ou é teórico demais (slide de consultoria), ou raso demais (viral sem profundidade), ou gringo demais (ignora NFS-e, Pix, SPED, regime tributário). A gente ocupa o meio que ninguém ocupa: vertical, hands-on e BR-nativo.
Quem está por trás
Liderado por um operador, não por um consultor. Quem escreve aqui é o Doug Ferreira — cinco anos dentro da operação financeira de fintechs e startups brasileiras, de analista de FP&A a líder de Tesouraria, e hoje em produto de Payments.
E não num setor só. Foi numa fintech de crédito para PMEs em hipercrescimento (e no meio de um M&A), numa plataforma de e-commerce que virou unicórnio, numa insurtech de bem-estar que escalou pela América Latina e Europa, numa gestora de ativos alternativos especializada em precatórios e crédito estressado, e numa marca de varejo D2C nativa digital. Cinco frentes, um padrão.
Porque o trabalho, no fundo, foi sempre o mesmo: pegar processo financeiro manual — conciliação, fluxo de caixa, fechamento, cobrança, pagamento — e reconstruir com Python, SQL, n8n e, cada vez mais, IA. Em tesouraria, isso virou um ciclo de caixa redesenhado e 80% menos tempo operacional. Em payments, virou auth rate, antifraude e a jornada do Pix até a entrada no caixa.
Não aprendi IA aplicada a finanças num curso. Aprendi reconstruindo conciliação, fluxo de caixa e pagamento em produção — em fintech, em alto crescimento, com dinheiro de verdade passando.
Por isso o que você lê aqui não é "o que deveria funcionar" num slide de consultoria. É o que funcionou, o que quebrou e o porquê — escrito por quem estava com a mão no ERP na hora que quebrou.
Como trabalhamos
- Hands-on > teoria. Todo conteúdo tem o "como fazer" — prompt, código, fluxo, print.
- BR-first. Otimizado para a realidade fiscal e operacional brasileira primeiro.
- Honestidade brutal. Sobre o que a IA faz bem — e o que ela faz mal.
- Build in public. Compartilhamos processo, métricas e aprendizados.
Transparência sobre IA. Sinalizamos quando uma peça é assistida por IA (Radar e Dicas Rápidas), sempre com revisão humana. A partir da Fase 2, podemos usar um avatar digital do fundador (imagem/voz) — e, quando usarmos, sempre com aviso claro.
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Sem spam, sem teoria — só o que funciona no Brasil real.